Saiba por que os libertários não coloriram o avatar do Facebook. CHOCANTE!

A onda de avatares coloridos no facebook, surgida após a decisão judicial que “permitiu” o casamento gay nos EUA, parece não ter comovido os alguns libertários. Não por eles considerarem o casamento gay um ato “imoral” ou “pernicioso”, que decididamente, não é o caso. Mas há uma flagrante ingenuidade entre os homossexuais brasileiros acerca das intenções programáticas reais do movimento político que DIZ representá-los (e que muitos aceitam como legítimo), bem como em pedir “mais regulação” sobre os relacionamentos afetivos. Supor que o Estado deveria ter autoridade para permitir ou proibir relações afetivas voluntárias entre adultos é um sintoma evidente da hipnose estatista.
Ademais, atualmente, aqueles que posam de “representantes políticos” dos homossexuais no Brasil fazem parte essencialmente de um grupo de socialistas que usa, muitas vezes, das mesmas táticas fascistas que afirmam combater, tais como o patrulhamento de opinião, a fraude acadêmica e a coerção legislativa, para impor uma agenda antiliberdade. No governo atual, estas políticas ganharam status de “Conselho” da Secretaria de Direitos Humanos, ao qual o grupo piauiense Matizes está integrado.
Talvez um imenso ponto de interrogação tenha surgido em sua mente agora quando afirmo que existe um fascismo LGBT.
Talvez você esteja achando exagero, ou absurdo. Como este assunto certamente é o mais envernizado pela atmosfera do “politicamente correto” e da “descrença a priori” dentre todos, considero importante fornecer uma lista de alguns dados (alguns deles, chocantes), com a respectiva referência de cada um, para desmistificar de vez o tabu de que estes movimentos políticos são “ingênuos”. Se seus eleitores muitas vezes o são, o mesmo não se pode dizer das lideranças.
Primeiramente, vamos desenhar a situação: alguns setores da sociedade estão se referindo ao movimento LGBT pela alcunha de “MOVIMENTO GAYZISTA” ou “GAYZISMO”. A expressão, que pode soar a princípio ofensiva, na verdade não se aplica à simples e muitas vezes justa “luta dos gays por dignidade” (que, para o libertário, deve caminhar na direção de menos regulação estatal e mais liberdade nas relações voluntárias). A expressão tampouco se refere, de modo algum, a todos os gays. Então, é fundamental esclarecer, aqui, a diferença entre um “HOMOSSEXUAL” e um “GAYZISTA”. Neste texto, as críticas irão tratar exclusivamente desta última figura. Desta feita, “gayzismo” deve ser entendido, APENAS, como as exigências de um grupo político específico e organizado (LGBT) por privilégios jurídicos, às custas da restrição de liberdade de outras pessoas, e do comprometimento da cientificidade, da lógica e do bom senso para finalidades ideológicas. Então… o que, afinal, este movimento quer IMPOR?
Podemos aqui listar algumas pautas do movimento LGBT que configuram como propostas antilibertárias, ou mesmo como propostas fascistas:

1.
IDEOLOGIA DE GÊNERO – tenta obrigar que as escolas ensinem a sexualidade como um  fenômeno derivado exclusivamente da “construção social”; ao mesmo tempo, e por outro lado, os movimentos organizados discursam que a homossexualidade seria de origem “genética” quando lhe convém. A gritante contradição já denuncia a tentativa de forçar politizações e revoluções culturais no âmbito escolar via fraude acadêmica, atropelando a ética da imparcialidade educacional acerca de temas que ainda estão sob a investigação da ciência. A ideologia de gênero também considera a família tradicional heteronormativa um parâmetro “opressor” em si, e que por isso, assim como o capitalismo, deve ser derrubado (Plano Nacional de Educação).

2.
COTAS PARA HOMOSSEXUAIS EM CONCURSO PÚBLICO (Estatuto da Diversidade Sexual)

3.
COTAS PARA PROFESSOR HOMOSSEXUAL EM ESCOLA DE 1° GRAU (Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos humanos de LGBT – Maria do Rosário)

4.
COTAS NA REFORMA AGRÁRIA (Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos humanos de LGBT – Maria do Rosário)

5.
ASILOS ESPECIAIS, PRESÍDIO ESPECIAL, PROGRAMAS ESPECIAIS PARA MENINOS DE RUA GAYS. (Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos humanos de LGBT – Maria do Rosário)

6.
EXTINGUIR NOMES “PAI” E “MÃE” DOS DOCUMENTOS E A COMEMORAÇÃO DE DIA DOS PAIS NAS ESCOLAS (Estatuto da Diversidade Sexual)

7.
PROIBIR PIADAS DE GAY (Estatuto da Diversidade Sexual)

8.
PROIBIR QUE VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO POSSAM DEBATER OU CRITICAR O TEMA DA DIVERSIDADE SEXUAL (Estatuto da Diversidade Sexual)

9.
CRIMINALIZAR OPINIÃO CONTRÁRIA ao comportamento homossexual. Pena de 2 a 5 anos, inafiançável e imprescritível, e multa. (Art 5° PLC 122/06)

10.
CRIMINALIZAR A ASSOCIAÇÃO DE PESSOAS QUE CONJUNTAMENTE OMITAM OPINIÃO CONTRÁRIA ao comportamento homossexual. Sem dúvida esta é uma das propostas mais assustadoras. Não é preciso adivinhar no que iria acarretar: perseguição a congregações religiosas inteiras. Um grupo de devotos que insistisse na crença de que homossexualidade é “pecado” ou “errado” e que regrasse condutas neste sentido, poderia ser tipificado como “associação criminosa”, com reclusão de 2 a 5 anos para os envolvidos. Nesta mesma pena, incorreria também aquele que financia a associação, ou seja: dizimistas e pessoas jurídicas que contribuem poderiam ser enquadrados, seja no crime, seja em suspensão. (Art. 5° e 9° PLC 6418/2005)

11.
CRIMINALIZAR O EMPREGADOR QUE DEIXE DE CONTRATAR, DIFICULTE CONTRATAÇÃO, DIFERENCIE O SALÁRIO OU FUNÇÃO do empregado em virtude de orientação sexual, sexo, dentre outros critérios. Esta situação geraria uma tensão e instabilidade gravíssima para quem produz emprego, pois se o empresário decidir diminuir o salário para contenção de gastos, ou mesmo aumentar a remuneração de um funcionário heterossexual em detrimento do funcionário gay, este último poderá alegar “preconceito”. Pena de 2 a 5 anos para o acusado, inafiançável e imprescritível, mais multa. (Art. 3° PLC 6418/2005)

12.
CRIMINALIZAR MATERIAL ESCRITO OU TRANSMISSÕES com conteúdo dos itens 9, 10 e 11. O material poderia ainda ser confiscado ANTES mesmo do inquérito policial! (Art. 9° PLC 6418/2005)

13.
MANUAL DE COMUNICAÇÃO LGBT– recomendações politicamente corretas sobre “termos” que devem ou não devem ser usados para se referir aos homossexuais (Conselho Federal de Serviço Social)

14.
POLÍTICAS ESTATAIS COMO “KIT GAY” PARA CRIANÇAS, promovendo o ensino de sexo grupal e obscenidades diversas em escolas de nível fundamental, com dinheiro público. Isto demonstra que a promiscuidade sexual de lideranças do movimento político LGBT não é apenas um ato individual de escolha livre, mas “bandeira de luta” e coerção para outros indivíduos. (https://www.youtube.com/watch?v=XYU_6V9nApY…)

15.
PARTIDARIZAÇÃO DA HOMOSSEXUALIDADE. Visões diferentes sobre a postura homossexual são ridicularizadas no movimento – Clodovil foi um exemplo.

16.
APOLOGIA À INTOLERÂNCIA CONTRA GRUPOS CRISTÃOS de forma específica, na tentativa de difamar, culpabilizar e desmoralizar uma crença.

Garanto a você de que estou lhe poupando dos piores tópicos. A lista é interminável. Há algumas propostas tão bizarras que o benefício de colocá-las aqui seria menor do que o custo de parecer um maluco.

Diante dos fatos, não é forçoso constatar que questões legítimas como “união civil gay”, “beijo gay” e preconceito, se pareçam mais com cortinas de fumaça, frente aos objetivos gerais de um socialismo xiita. Se insistirem no tal “a favor ou contra”, a resposta mais digna seria: “NÃO INTERESSA. O que interessa é o que esse pessoal está aprontando às escuras aí nos bastidores”. Os mágicos chamam isto de “misdirection”: enquanto iludem seus olhos com a pombinha branca da paz, estão prendendo você numa gaiola e jogando a chave fora.
Sobre este último item 16, a libertária Camille Paglia comenta:

“Odeio quando causas gays se confundem e acabam parecendo querer profanar a tradição sagrada de outras pessoas.  A liderança do ativismo gay tem sido totalmente grosseira e canhestra no que concerne a essa questão.  Ao invés de tratar a questão de modo sério, dizendo “Nós respeitamos a tradição do matrimônio”, o ativismo gay está associado a piquetes na porta de entrada das igrejas.”
(sobre o tema: http://lucianoayan.com/2013/09/22/um-caminhao-de-fraudes-do-movimento-gay-para-justificar-o-injustificavel-o-beijo-gay-em-um-culto-evangelico/)
E completa o ativista homossexual Justin Raimondo:

“Os libertários não apoiam e nem condenam homossexuais e a homossexualidade: nós simplesmente dizemos que as atividades sexuais entre adultos em comum acordo não devem ser reguladas pelo estado.  Ponto.”
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As políticas LGBT listadas são evidentemente exemplos de um ataque violento ao ideal de liberdade. Algumas são completas aberrações jurídicas, que só por serem o que são, já denunciam o caráter totalitário das lideranças político-estratégicas LGBT, a despeito de sua aura iluminada perante a opinião pública. Frequentemente, alguns libertários são seduzidos pelo discurso simplificado da “emancipação” dos homossexuais, e deixam de acompanhar o procedimento cotidiano parlamentar destes movimentos organizados.
Como não bastasse o pragmatismo totalitário do “partido” LGBT já estar passando batido, também não se dá a devida atenção ao discurso de vitimização compulsiva que foi impetrado, e que condiciona pessoas comuns – que antes superavam suas dificuldades com o próprio esforço – a se tornarem sujeitos autoritários e rancorosos que, raivosamente, suplicam por um Estado-babá cada vez mais repressor – às avessas.
O movimento LGBT, ao alegar ser supostamente oprimido pela “cultura heteronormativa”, tenta supostamente resolver um suposto problema subjetivo, não pela via do diálogo, mas criando um problema objetivo de imensa gravidade para qualquer contraponto: a censura e a prisão por “delito” de opinião. Na mais otimista das hipóteses, estariam tentando curar uma “opressão introspectiva” com uma “contraopressão” explícita. O Princípio da Não-agressão libertário é, desta maneira, jogado no lixo.
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Para usar a terminologia socialista, a “opressão da sociedade” é na verdade uma força aleatória e subjetiva. Em síntese: a vida não tem um filho predileto; ela pode ser dura (ou doce) indiscriminadamente. Qualquer indivíduo que se encontre em uma condição social “fora do padrão” também arca com os custos do preconceito e do estereótipo – ou não. Os movimentos socialistas retiraram da pauta a discussão sobre auto-estima e auto-confiança do ser humano em sua inteireza, do indivíduo descoletivizado, não apegado nem obcecado por sua própria orientação sexual. A manifestação da “auto-estima” passou a ser aceita e compreendida apenas quando sinônimo de “militância partidária”, como se a consciência política dependesse de integrar algum tipo de sindicato gay, numa espécie de “auto-estima de classe” usada como substituto pálido da totalidade do ser.
Tornou-se regra moral rogar pela aceitação de outros setores da sociedade, e até forçá-los juridicamente a tal aceitação, como condição para conquistar a própria dignidade. Ora. As “lideranças” políticas gayzistas estão tratando o gay como um indigente moral. Uma das piores humilhações que se pode infligir a um homossexual é tratá-lo como alguém cuja dignidade depende de infligir coerção ao outro. E é ainda mais grave, pois se trata de uma vitimização patrocinada com dinheiro massivo de impostos, como já decretavam os documentos fundadores da Convenção Nacional das Organizações Gays americanas, de 1972, em Chicago: “8) Verbas federais para programas de ajuda a organizações de homens e mulheres homossexuais, destinadas a atenuar os problemas enfrentados por mulheres e homens homossexuais que são gerados por uma sociedade machista opressiva.”

A realidade é que não existe um termômetro para se medir o grau subjetivo de sofrimento de uma pessoa; e mesmo se existisse, um imaginário “índice de opressão sofrida” não concede nem concederia a ninguém o direito de espoliar, prender, censurar ou impor uma doutrinação a indivíduos heterossexuais que também sofrem, como qualquer outro. Não obstante, dois dos principais líderes estrategistas do movimento gay americano (que norteou o movimento brasileiro), Marshal Kirk e Hunter Madsen, recomendam que “…Os gays devem ser retratados como vítimas que necessitam de proteção, de modo que inclinem as pessoas, por reflexo, a assumirem o papel de protetor.”  Esta aviltante, e ao mesmo tempo, caricata estratégia, foi desenhada na obra “After the Ball” dos autores acima citados, na década de 70.
Com uma possível aprovação dos projetos e emendas autoritárias do LGBT, os homossexuais se tornariam, imediatamente, uma casta social, com o maior número de privilégios jurídicos e com mais poder de polícia do que qualquer outro grupo, para direcionar ideologicamente como bem entenderem. Grande parte dos homossexuais ainda não refletiu sobre os limites éticos de uma luta que lhes parece plenamente justa, e foram convencidos de que reagir emocionalmente, extinguindo a liberdade do contraditório, é correto. Já outros começam a despertar (veja: https://www.youtube.com/watch?v=EWhp4XzOxFw).

O fato é que, a pretexto de uma revolucionária emancipação sexual, os líderes deste movimento anseiam cada vez mais pela tutela do Estado, enquanto se aproximam cada vez menos da liberdade e do bom senso. Será a redenção do “amor livre”, em meio à escravidão.

Para aprofundar o tema:
> Uma visão libertária sobre crimes de honra: http://www.libertarianismo.org/index.php/artigos/podemos-lutar-preconceito-politicos/
> Casamento gay e libertarianismo: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=881

Tópicos sobre Estratégia da Militância Revolucionária – e como oprimi-la.

  • “Típica reação de esquerdista: quando vê algo que o desagrada, expressa sua ‘perplexidade’, o seu ‘escândalo’, o seu ‘espanto’, e fica tão ‘espantado’ que acha que não precisa contra-argumentar. Ele expressa o seu ‘espanto’ de maneira a dar a impressão de que o que está em questão é tão ‘óbvio’ que não precisa ser discutido – até porque se começar a discutir, ele vai se dar muito mal.”  (O. C.)
  • Só há duas formas de debater com esquerdista: desmascarando-o em público pelo confronto racional até as últimas consequências, ou, caso fuja do debate racional por meio de ironias e subterfúgios, desmoralizá-lo enquanto debatedor para o maior número de pessoas possível.
  • “Para o revolucionário, as ideias são partes integrantes do processo dialético de luta pelo poder; elas nada valem por si, podem ser trocadas como meias e cuecas. Todo revolucionário está disposto a defender “x” ou o contrário de “x” conforme as conveniências táticas do momento.” (O.C.)

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  • “O único debate eficiente com esquerdistas é aquele que não consente ficar preso nas regras formais num confronto de argumentos, mas se aprofunda num desmascaramento psicológico e impiedoso. Provar que um esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como ele é mau, perverso e maquiavélico, por trás de sua aparência de debatedor sincero, polido e civilizado.” (OdeC)

POLICIAL: UM HERÓI APEDREJADO. A anatomia de uma tragédia brasileira.

(Esse texto será um pouco mais longo do que os demais costumam ser, em virtude da complexidade do problema)

Policial: a profissão mais estressante do mundo. Para defender a população, ele pode morrer em combate a qualquer momento. Não custa lembrar. Para defender você e sua família, ele pode ter que se despedir da dele.

Nunca se sabe que ocorrência os rádios anunciarão. Talvez um caso simples de pega de carros, talvez um assalto a banco comandado por quadrilhas armadas até os dentes. Policial não prepara aula nem tem o roteiro do dia: tem que estar pronto pra tudo.

O nível de resistência emocional deste profissional ou é muito alto, ou nada feito. Tem de ser “casca grossa” o suficiente pra suportar a pressão de alvejar um meliante, mesmo com o refém se debatendo à frente do alvo. É o tipo de experiência profissional que 98% das pessoas não fazem questão nenhuma de ter.

Porém, mesmo sob a alcunha de “durão”, não é tão difícil abalar o espírito do policial: além dos baixos salários, a INGRATIDÃO da população já é suficiente para tanto.

Para o absurdo geral, na mídia, nas carochinhas universitárias, e até por parte algumas vertentes da classe artística brasileira, o policial foi pintado como… vilão – a figura horrenda do “opressor”.

O povo culpa a polícia pela insegurança; culpa a polícia pela violência; culpa a polícia até mesmo quando o bandido é solto pela justiça; e acusa a polícia de agir com força excessiva e desnecessária contra o “cidadão”. Basta um spray de pimenta na cara de um estudante mascarado e pronto: o homem fardado é satanizado imediatamente.

Futebol / Copa do Mundo de Futebol de 2014 - Manifestacao contra a Copa do Mundo

Nenhum ofício é constituído apenas por profissionais exemplares; onde houver trigo, haverá também o joio. Na polícia não é diferente. Imagine se a categoria dos professores, por exemplo, fosse pagar a conta dos professores ruins? Não sobraria pedra sobre pedra. E o que dizer dos políticos, a quem a presidente Dilma parece dar o aval do “direito à corrupção”, tratando quadrilheiros como “heróis da pátria”? É exatamente isso que acontece quando a mesma lógica é transferida ao policiais.

Com exceção dos tão criticados programas policialescos, como Datena, Marcelo Rezende e CIA, que, apesar de toda superficialidade, tratam os policiais como profissão valorosa que de fato é, o restante do noticiário parece culpar toda uma instituição legítima e preciosa, em função dos erros de alguns de seus representantes, que jamais, pela lógica mais primordial, poderiam falar pelo todo. Quando um policial morre, não se vê uma nota de rodapé nem em fanzine. O pessoal dos “direitos humanos” segue fazendo cooper na lagoa, a espera do próximo bandido amarrado ao poste. Não bastasse estar morto, o policial também está censurado.

É um linchamento moral sem precedentes.

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Mas o que ou quem promove esta lamentável cultura brasileira de desrespeito, ridicularização e achincalhamento das forças policiais? E para quê?

Existem 3 conjecturas possíveis:

1. ou é o próprio cidadão que, ao invés de culpar os próprios bandidos ou o sistema que os alimentou, associa falsamente a “existência” do marginal e do “extermínio nas periferias” a uma eventual inoperância da diligência – isto quando não trata o bandido como herói ou vítima.

2. ou o próprio cidadão acredita que “policiais corruptos e violentos” representam TODA a instituição – o que seria uma impossibilidade lógica, dado que, se o cidadão pensasse assim, jamais ele confiaria em ligar para o 190 quando precisa;

3. Ou uma última hipótese: a de que existe alguém articulando a coisa toda, alguém interessado em fabricar uma falsa divisão entre “opressor e oprimido”, dentro de dois grupos (os civis X os policiais) que deveriam, obviamente, ser aliados e cooperar entre si. Alguém interessado em forjar o tradicional eleitorado de “revoltados”, dos “revolucionários”, dos “anti-burgueses”. E esses interessados tem endereço certo: a sede do PT e dos partidos socialistas.

A coisa toda acontece por uma lógica nefasta, cuja compreensão pode ser a chave para resolução da inimizade que se instalou entre população e polícia. Explico a seguir.

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A estratégia de poder dos líderes socialistas é simples: DIVIDIR PARA CONQUISTAR. Quando se fratura internamente e artificialmente uma nação em grupelhos antagônicos, tais como “civis X policiais”, “brancos X negros”, “gays X heteros”, “povo X elite”, “mulheres X homens”, “pais X filhos”, “religiosos X ateus” ou “sóbrios X maconheiros”, o indivíduo, em total estado de perplexidade, vê-se constrangido a escolher um dos lados, e a brigar com quem antes não brigava, por motivos que não lhe parecem de todo consistentes. Problemas que poderiam ser resolvidos pacificamente, ou que tem sua causa em agentes terceiros, externos à polarização forçada, são ampliados a nível da completa histeria de “um contra um”, e tornam-se uma bandeira de luta desesperada dos que são instigados a se sentirem “injustiçados”.

Neste universo construído na base da “lutas de classes”, o socialista opta por considerar uma delas como a “oprimida” (civis) enquanto a outra é supostamente a “opressora” (policiais). Assumindo a radical defesa do suposto “oprimido” (civis), os socialistas estimulam o sentimento de culpa no suposto “opressor”, que, por ignorar a estratégia política que está por trás da contenda, cede emocionalmente à chantagem do grupo mais histérico, e passa a se penitenciar por algo que de fato ele não sabe ao certo se cometeu. O policial se sente culpado por algo que não compreende, e até que se dê conta da fraude, os votos já foram depositados nos políticos que se oferecem como solução da “armadilha” criada por eles mesmos – e a conquista de poder está consumada.

Desta forma, os socialistas apoderam-se do monopólio da “defesa dos oprimidos”, e mesmo que você se sinta bem-resolvido e auto-responsável pela sua vida, e que não culpe um suposto “opressor” em sua consciência por nada que lhe acontece, ainda assim a repetição do discurso “coitadista” e a pressão exercida pela “classe” que diz representá-lo podem raptar consciências na ratoeira do “companheiro de luta”. Nem sempre a estratégia funciona, e para um mínimo consolo, vê-se muitos civis que defendem a polícia, assim como, por exemplo, vê-se muitos negros que não concordam com as cotas raciais (https://www.youtube.com/watch?v=qAQneXfkZFk).

Especificamente um líder socialista, quando culpa a polícia “genericamente” por um abuso de autoridade ou pelo sumiço do Amarildo, por exemplo – ao invés de cobrar especificamente do grupo de policiais que cometeu o crime, sem difamar a corporação toda –, ele não está exatamente preocupado com o sofrimento da família do Amarildo. O objetivo é que você, eleitor, comovido com a situação, ACUMULE SENTIMENTOS DE ÓDIO CONTRA A CORPORAÇÃO POLICIAL E A LEI, e que se torne adversário da instituição que o protege. Pronto: você se torna o eleitor revoltado em favor das “minorias oprimidas”, que vai votar no candidato com o mesmo discurso em favor das minorias oprimidas – não importando a reflexão sobre se esta suposta divisão tem sentido ou não. O senso de comunidade, de diálogo, de bem-comum e de pátria se desintegram imediatamente.

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E isto segue 8 objetivos claros em ciência política socialista:

1) Fazer você se sentir desprotegido e encontrar apoio apenas naquele grupo que retoricamente o “defende” da polícia. O cidadão iludido corre magicamente para os braços do partidão. É assim que os socialistas seduzem eleitores;

2) Confundir o senso de moralidade da população, que passa a não distinguir muito bem o mocinho do bandido, e começa com isso a perder o senso de hierarquia de valores e de diferença entre bem e mal. Quando se confunde o senso de moralidade de um povo, ele fica mais propício à corrupção, ao relativismo moral, e, portanto, propenso a desdenhar também a corrupção de seus próprios governantes. É assim que os socialistas alienam eleitores.

3) Incentivar você a se revoltar contra as instituições estabelecidas, e a começar a agir fora da lei, como uma espécie de vingança contra o Estado. O ódio que você passa a fomentar contra a polícia se transforma em retaliação, como no caso dos balck blocs do PSOL. VOCÊ COMEÇA A SE SENTIR excluído, FORA DO SISTEMA, MARGINALIZADO, e por fim, parte para cometer crimes também. E quanto mais excluído você se sentir, maior a chance de você votar nos partidos que se dizem “protetores dos excluídos”.

4) Baixar o moral do policial, para que ele desacredite na própria profissão, e, se sentindo desvalorizado, comece a agir da forma que lhe “der na telha”. E já que nem mesmo o povo a quem ele defende o valoriza, então o policial (alguns deles) passa a ceder também à corrupção, ao desleixo e ao abuso de poder para obter vantagens.

5) Estimular a compaixão pelo bandido, cuja imagem passa a ser vendida à sociedade com o verniz de “vítima pobre e negra”. O imenso eleitorado “pobre” e “negro” então se sensibiliza, e rapidamente garante o voto a seus “defensores”. Para completar, a sociedade se culpa pelo problema e passa a bajular o criminoso ao invés de puni-lo com severidade. A partir daí, gera-se uma cultura de “não-responsabilização” pessoal, e leis importantes, como os Direitos Humanos, são lamentavelmente instrumentalizadas para criminalizar a opinião de opositores.

6) Facilitar a associação dos organismos Estatais com organizações criminosas, para a formação de máfias que aliam o poder oficial com o poder paralelo, como comprova a associação para troca de vantagens mútuas mantida entre PT e os narcotraficantes da FARC, no Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel.

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7) Manter a sociedade em permanente estado de crise, engasgada de crimes e conflitos, o que vai fazer com que ela mesma solicite maior controle e poder do Estado sobre o cidadão, maior número de regulamentações, inclusive sobre seus mínimos hábitos, palavras e pensamentos, caso sejam consideradas “discurso de ódio”. É assim que eles iniciam a criminalização de pensamento e a censura de opinião. É claro que o Estado utilizará tal instrumento para calar, não a sua própria opinião, mas a dos opositores.

8) Fomentar uma opinião pública favorável que endosse, contra uma suposta polícia de “lógica repressora e violenta”, a tomada de medidas radicais, como a proposta da Desmilitarização da Polícia Militar, que imediatamente amputaria metade das Forças Armadas (já que a PM é subordinada das Forças armadas), e deixaria o poder de polícia nas mãos do governo – assim como aconteceu na Venezuela. Sem a concorrência das Forças Armadas ao Estado, assinamos um passaporte para uma ditadura de tempo indeterminado.

A coisa é de uma sordidez indescritível, que adoece o país e eterniza o problema num ciclo vicioso de conflitos sociais estrategicamente forjado, e que se retroalimenta a cada nova instigação de “luta de classes” . Não é a toa que Lênin recomenda aos “companheiros”, em sua obra “O Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo”, o seguinte: “Devemos recorrer a todo tipo de estratagemas, manobras, métodos ilegais, disfarces e subterfúgios”. Como dizia Shakespeare, “por trás da loucura existe um método”.

Um governo socialista fica naturalmente inviabilizado de administrar seriamente qualquer país (o que a história, aliás, comprova), porque, se consolidar a ordem estabelecida, o Estado de direito, formação educacional e democracia plena, perde o seu próprio eleitorado. Sua permanência no poder está condicionada à estimulação da cultura do “ódio e da suspeita generalizados” (https://www.youtube.com/watch?v=jn2cb8YmAl8). Não se pode votar em gente cujo combustível de sobrevivência política é a própria injustiça que diz combater. É do interesse deles realimentar o ciclo que coloca civis e policiais em processo de inimizade constante, pois quanto mais desunida a população, maior é a legitimidade que se dá ao estado de interferir no controle das massas e da vida privada.

Insistir neste modelo de governo só continuará instilando a inversão de valores generalizada numa população “kamikazi” que se volta contra seus principais aliados, convencida de que a solução mágica da tragédia brasileira pode se resumir no estranho lema: “ÓDIO AOS HERÓIS, AMOR AO ALGOZ”.

    • Ps: Os links abaixo ilustram com casos reais a reflexão deste artigo.

Pobre X Rico: Como Funciona o cérebro de um Esquerdista

A afetação e nojinho que o brasileiro tem dos ricos é o que corrói este país. Qualquer pessoa livre do vírus de boot esquerdista reconhece que quanto mais rico um rico que produz fica, maior é o lucro da nação. Mais emprego ele gera, mais ele investe no país, mais o brasileiro pobre sai ganhando com isso. Qualquer discurso que alimente a visão “ricos x pobres” é criminoso, porque é fraudulento: o rico que produz dá oportunidade ao pobre. Quanto mais ricos empreendedores houverem, mais opções de trabalho o pobre tem. Um pobre que convive com um rico tem muito mais chances de enriquecer também, apenas por osmose ou observação.

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Porém, se você resolver insistir em propagar ideias tão clarevidentes e “revolucionárias” como esta, prepare-se: muitos amigos seus vão colocar três zeros a mais na sua conta bancária, e dirão que você age como o “playboy filhinho de papai”. Podem te acusar também de alimentar o “discurso de ódio” da “elite opressora”.

Alguém precisa avisar esta gente de que não existe diferença objetiva nenhuma entre “discurso de ódio contra nordestinos”, ou “contra favelados”, por exemplo, e “discurso de ódio” contra os ricos. Talvez a única diferença seja que o primeiro discurso é supervalorizado e utilizado como arma de coação psicológica na guerra política e cultural.

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Dentro do tal ‘sélebru’, o rico odeia o pobre, e o pobre, ao contrário, é um ser sacrossanto, imune aos sentimentos humanos mais vis, como o ódio e a inveja. O pobre é o oprimido pelo rico (mesmo que nada se saiba sobre a vida do tal rico), que apenas responde ódio com mais ódio. É como um grande desenho animado do mundo real, cheio de caricaturas e monstros com cartão de crédito – mesmo que estes “monstros” doem 6 milhões de dólares para o combate do Ebola, por exemplo, como fez Mark Zuckerberg.

“Mas o que são 6 milhões de dólares para o fundador do Facebook, não é verdade?”, diria o tal sélebru.

Expressões corriqueiras do dia-a-dia nacional como “distribuição de renda” e “redução da pobreza” já evidenciam a nossa prisão psicológica ao vocabulário esquerdista: renda não se “distribui”, se conquista. Bolsa não é “renda”, é caridade (é válido, mas tem de ser repensada). O objetivo maior de uma nação não é “reduzir pobreza”, mas “aumentar a riqueza”. Se esse discurso “pega mal” com o povão, o problema é de EDUCAÇÃO. Não existem “fatias de riqueza” de um bolo que tem de ser repartido, porque NÃO EXISTE UM “BOLO”. No capitalismo, você produz o dinheiro com ideias, e ideias não são feitas com farinha de trigo. O dinheiro do rico que produz não é “tirado” do mais pobre – é produzido pelo rico! Ele não tira nada de ninguém, se fizer por seu próprio esforço – quem faz isso é o ladrão.

“Com tanta riqueza por aí,onde é que está sua fração?”, “A burguesia fede, a burguesia quer ficar rica” – foi com este tipo de refrão bobo que a geração 80/90 cresceu, e internalizou o ódio a quem conseguiu formar um patrimônio por via do trabalho.

A classe-média de boa intenção se solidariza com os necessitados, e, por um gesto de boa-fé, acaba replicando o mesmo discurso, e acusando de “elite” ou de “burguês” qualquer um denuncie a fraude por trás dessa baboseira. Artistas tem o mesmo papo. Religiosos engrossam o caldo. Socialistas chafurdam nessa lama. O problema é que se esse discurso não for aniquilado na raiz, o mito do político “robin hood” sempre terá palanque, e a pobreza continuará eternamente sendo administrada como moeda eleitoral.

Se pobreza não é defeito, também não é virtude. Um país que quer riqueza precisa valorizar quem sabe produzi-la. Precisa tomá-los como exemplo, e não como Judas – como qualquer país desenvolvido faz. Caso contrário, estamos reforçando uma cultura doentia já encrustada, de legitimação do vitimismo e do ódio de classe, onde o senso de participação na honestidade se confunde com a síndrome do Chapolim Colorado, isto é, com o fetiche de encarnar o personagem do defensor dos “frascos e comprimidos”, mas que entende sempre tudo do avesso.

No Capitalismo democrático, você e suas crenças são o seu maior opressor.

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Veja abaixo como funciona o ‘sélebru’ de um esquerdista:

pobre

Discurso de ódio no dos outros é refresco.